sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Queridas fãs do Tchê Garotos de todo o Brasil!

Tenho visto a reação de algumas fãs em relação ao capítulo 14 do livro – Elas não poderiam faltar: as Tchê Garotetes. Por que não fui citada? Por que não aparece meu fã clube? Pois bem, quero aproveitar este espaço para explicar como foi feita a relação de histórias.


A pesquisa de fãs clubes foi feita através da internet entre sites, blogs e redes sociais e cheguei ao número de 20 fãs-clubes. Nesta relação, consegui o nome do/da presidente, telefone e e-mail de contato. Liguei e mandei e-mail para todos. Mas, muitos telefones estavam desatualizados, muitos e-mails voltaram e alguns não foram respondidos.


Daqueles que consegui contato, pedi a relação de fãs cadastradas com o telefone para eu entrar em contato. Pouquíssimos responderam. Dos que responderam, vi que 4 fãs clubes se localizavam na região metropolitana de Porto Alegre. Como preciso entrevistar e gravar o depoimento para poder colocar no livro, pensei: vou fazer um encontro de fãs clubes em Porto Alegre e ali consigo as histórias necessárias para o capítulo em questão. Mandei e-mail pra todos (da minha lista) os fãs clubes do Rio Grande do Sul, convidando para o evento, mas novamente somente esses 4 responderam.


No dia 22 de maio de 2011, viajei de São Paulo à Porto Alegre e me encontrei com os fãs clubes, somando quase 50 pessoas. Além de saber das histórias, precisava tê-las gravadas e fotografadas. Então, se eu não te entrevistei para o livro, não poderia contar a sua história.


Ainda assim, nem todas as entrevistas que fiz puderam aparecer, pois o capítulo tem apenas 16 páginas pra contar milhares de histórias. Foi sistemático e não por preferência. As fotos que lá aparecem tiveram de ser autorizadas para a publicação ou foram tiradas na hora. As pessoas que aparecem ali foram selecionadas somente por estarem próximas umas às outras.


Espero que entendam a minha impossibilidade de viajar para várias cidades no Brasil, para gravar depoimentos e colher fotos de mais de 1.000 fãs cadastradas em fãs-clubes.


Quero deixar outra coisa bem clara: O TCHÊ GAROTOS NÃO TEM NADA A VER COM ESTA SELEÇÃO. Em nenhum momento a banda interferiu no meu trabalho, e muito menos sabia que o livro ia mencionar algum fã clube. Eles tiveram participação apenas nos relatos de sua história como músicos. O CAPÍTULO SOBRE AS FÃS É DE INTEIRA RESPONSABILIDADE MINHA, ASSIM COMO A SELEÇÃO DE TUDO O QUE TEM NO LIVRO.


No período de pesquisa junto com o grupo, pude perceber o enorme carinho que eles dedicam a todos os seus fãs. E vocês, fãs sabem disso melhor do que ninguém. Provavelmente até melhor do que eu. Dediquei meu livro a vocês, a todos vocês.


No livro, verão que me desculpo antecipadamente com aquelas fãs que não foram citadas. Mas, isso não significa que não sejam igualmente importantes. Pelo contrário! A banda dedica todo o seu trabalho a vocês. EU SEI DISSO! EU ENTENDO ISSO! POR ISSO TAMBÉM DEDICO ESSE LIVRO A VOCÊS!


Um grande abraço a todas

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tchê Garotos na Alma ... e no coração


Muita gente já sabe que escrevi o livro Tchê Garotos na Alma contando a história da banda que está na estrada há quase 16 anos. Minha vontade de escrever sobre eles começou quando eles assumiram um novo estilo musical saindo do regionalismo gaúcho para uma vanera mais sertaneja. Tiraram as vestes gaúchas e passaram a usar em cima do palco calça jeans e tênis. A partir daí uma série de fatos foram me chamando a atenção até que meu marido, Wagler, um dia perguntou: se você fosse escrever um livro, sobre o que seria? Na mesma hora respondi: sobre o Tchê Garotos.


E foi assim, de uma ideia sem maiores pretensões que esse livro se tornou realidade 3 anos depois.


Agora, estou a exatamente um mês do lançamento oficial. O livro está sendo impresso em São Paulo. Hoje tive a oportunidade de ver a prova final e fiquei muito emocionada. Pela primeira vez visualizei um sonho se tornando real nas minhas mãos. E, como não poderia ser diferente, o Wagler, meu companheiro de todos os momentos, estava ali do meu lado e ajudando com tudo.


Senti que era uma vencedora. Achei que ninguém poderia ser mais feliz do que eu naquele momento. E, realmente, ninguém poderia. Não hoje.


Esta é a capa (foto) deste que é o trabalho mais importante da minha carreira até hoje. No site www.tchegarotosnaalma.com.br você pode descobrir mais um pouco sobre o livro. Agora, estou simplesmente sem palavras e querendo curtir esse momento de tanta felicidade.


Beijos a todos e vou mantê-los atualizados sobre as festas de lançamento.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Avianca autoriza aeronave sem freios a decolar

Na última segunda-feira, 28, os passageiros da empresa aérea Avianca, que faz a rota São Paulo/Passo Fundo, tiveram que retornar ao aeroporto do Guarulhos após decolar e viajar por 50 minutos. De acordo com o comandante Fernando Faro, foi constatado durante a viagem que a aeronave, um modelo MK28, não tinha condições de pousar em Passo Fundo por causa de um problema no sistema de frenagem. Segundo ele, uma falha na manutenção não apontou que os flaps não estavam ativos e, por isso, como a pista do aeroporto de Passo Fundo estava molhada devido a uma forte chuva, e por ser muito curta, o comandante preferiu voltar a Guarulhos para garantir a segurança dos passageiros uma vez que neste aeroporto seria possível pousar com o sistema de freios manual. Em solo, os funcionários da empresa confirmaram o problema de manutenção.


A empresa deu assistência providenciando realocação para passageiros que preferiram seguir viagem para destinos próximos como Porto Alegre e Chapecó de onde sairia um ônibus os levando para Passo Fundo. Outros foram alojados em hotel com translado e alimentação por conta da empresa. Claro que tudo isso regado a muita fila e indignação. Mas, uma questão ficou no ar: como uma empresa aérea deixa uma aeronave sem freios decolar?


É válido dizer que havia mães com bebês, empresários e visitantes. E esta jornalista aqui também. Investidores americanos também estavam entre os passageiros que ficaram sem poder viajar e esse problema os fez desistir de ir a Passo Fundo. Quanto às acomodações, apesar de ser um bom hotel, com boa comida e instalações, isso nada mais é que uma maneira de amenizar a raiva e o medo pelo qual todos passaram.


No dia seguinte, para os passageiros que preferiam remarcar a viagem, o vôo que deveria sair às 13h05 não saiu. A informação é que a aeronave que faria o trajeto Guarulhos/Passo Fundo pousou tardiamente em Guarulhos e, por isso, a saída atrasaria. Num primeiro momento o embarque ficou remarcado para às 14h15. Depois, às 15h e um último boletim foi dado às 16h: o vôo foi cancelado devido a forte chuva em Passo Fundo. Ótimo! Agora uma nova observação: se o vôo tivesse saído na hora que deveria, o aeroporto de Passo Fundo estaria aberto e teríamos conseguido pousar sem maiores problemas porque a chuva forte só começou às 15h na cidade.


Desta vez, depois de abrir um processo na Anac contra a Avianca, optei por voar até Porto Alegre e depois pegar um ônibus até Passo Fundo. Mas, para isso, esperei por mais 3h30 para pegar o vôo da TAM, que saía às 19h35. Chegamos à capital gaúcha às 21h10. Depois o ônibus saiu às 22h30 e chegamos em Passo Fundo às 3h.


Talvez esteja na hora de se pensar em novas alternativas para o transporte aéreo em Passo Fundo ou, então, dessa empresa Avianca pensar com mais responsabilidade em relação às vidas que carrega em suas aeronaves. Desta vez, nada de mais grave aconteceu, mas, quem garante que, se continuar assim, não aconteça? E o que falar de uma estrutura de aeroporto, numa cidade que é capital da Literatura, que traz grandes eventos culturais, que atrai investimentos internacionais e, ainda, assim, não tem nem bancos suficientes para acomodar aqueles que esperam seu único vôo do dia. Já disseram que um projeto de ampliação do aeroporto foi apresentado à Anac, mas quando é que as coisas vão parar de existir apenas no papel? Fica a reflexão.